{"id":3942,"date":"2013-03-01T12:36:44","date_gmt":"2013-03-01T12:36:44","guid":{"rendered":"http:\/\/www.paroquiadoscanhas.pt\/?p=3942"},"modified":"2014-10-25T21:35:13","modified_gmt":"2014-10-25T21:35:13","slug":"3942","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.paroquiadoscanhas.pt\/?p=3942","title":{"rendered":"Deus escreve direito por linhas tortas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Deus escreve direito por linhas tortas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Muitas vezes n\u00e3o compreendemos os des\u00edgnios de Deus: questionamos, choramos, gritamos, ficamos tristes, revoltados e indisciplinados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, Ele na Sua infinita Miseric\u00f3rdia que n\u00f3s n\u00e3o conseguimos alcan\u00e7ar, estende a m\u00e3o para nos amparar e ajudar a trilhar o Caminho que delineou para cada um.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Deus \u00e9 t\u00e3o poderoso que quando pensamos que estamos sozinhos \u00e9 mera ilus\u00e3o, pois Ele sempre nos\u00a0conforta principalmente nos momentos dif\u00edceis. Temos de estar atentos para escutar com os ouvidos do cora\u00e7\u00e3o, o itiner\u00e1rio e o melhor meio de transporte para calcorrear o Caminho da Salva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aprendamos e saibamos inclinar-nos em acto de humildade reconhecendo que Deus \u00e9 Pai e que dever\u00e1 ser sempre o bast\u00e3o, onde nos devemos segurar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta hist\u00f3ria retrata bem o poder de Deus e que Ele escreve direito por linhas tortas:<a href=\"http:\/\/www.paroquiadoscanhas.pt\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/tt.bmp\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright  wp-image-3943\" src=\"http:\/\/www.paroquiadoscanhas.pt\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/tt.bmp\" alt=\"tt\" width=\"320\" height=\"266\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Depois de um naufr\u00e1gio, o \u00fanico sobrevivente agradeceu a Deus por estar vivo e ter conseguido agarrar-se a uma parte dos destro\u00e7os para\u00a0ficar a boiar.<br \/>\nFoi parar\u00a0 a uma pequena ilha deserta e desabitada, e fora de qualquer rota de navega\u00e7\u00e3o mas, uma vez mais, ele estava grato a Deus. Com muita dificuldade e com os restos dos destro\u00e7os do barco, conseguiu montar um pequeno abrigo para que pudesse estar protegido do sol, da chuva e dos animais ferozes e, tamb\u00e9m, para estarem seguros os seus poucos pertences.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os dias passavam e\u00a0este pobre homem\u00a0sem vislumbrar forma de o salvarem deste tormento. Os dias e as noites eram iguais. Os alimentos a pouco e pouco iam acabando e a ang\u00fastia tomava conta dele. Mas, mesmo assim, ele erguia os olhos ao C\u00e9u e agradecia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um dia quando regressava de, uma vez mais, ir arranjar mantimentos encontrou o seu\u00a0 pobre abrigo a arder.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No meio de tanto desespero, a revolta foi ainda mais forte, tomou conta e ele gritou com os olhos marejados de l\u00e1grimas: \u201c<b>O pouco que eu tinha, perdi. Meu Deus, por que fizeste isto comigo?<\/b>&#8221; \u201c<b>Que mal fiz eu, que agora nada me resta e estou \u00e0 merc\u00ea dos animais ferozes e sem qualquer resguardo\u201d.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Chorou tanto que, de cansa\u00e7o, adormeceu profundamente. No dia seguinte muito cedo, acordou com \u00a0o barulho de um barco que se aproximava. &#8220;<b>Viemos resgat\u00e1-lo<\/b>&#8221; \u2013 disseram-lhe. Ele responde: \u201d<b>mas como souberam que eu estava aqui perdido? <\/b>&#8220;<strong>Vimos o sinal de fumo que nos mandou &#8220;<\/strong>\u2013 respondeu-lhe algu\u00e9m da embarca\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesta altura\u00a0este homem\u00a0compreende que os des\u00edgnios de Deus, afinal, s\u00e3o insond\u00e1veis e, que\u00a0ao ter confiado, consegue entender que Ele o tenha salvo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 normal, que nos sintamos como o sobrevivente desta hist\u00f3ria &#8211; desesperados e angustiados quando as coisas n\u00e3o t\u00eam o rumo que gostar\u00edamos que tivessem.<br \/>\nMas Deus nunca nos abandona, mesmo, nos momentos mais dif\u00edceis de dor e turbulentos das nossas vidas. \u00c9, justamente, nestes instantes de tanto cansa\u00e7o que chega a hora de tamb\u00e9m fazer um sinal de fumo para Ele nos\u00a0 carregar ao colo, porque for\u00e7as j\u00e1 n\u00e3o temos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na vida de cada um nem sempre brilha o sol e nem tudo s\u00e3o rosas. Tamb\u00e9m h\u00e1 dias cinzentos, turbul\u00eancia e espinhos. A sabedoria est\u00e1 em conseguir transformar os espinhos em rosas e fazer entrar o sol pelas frestas pequeninas do telhado das nossas almas e, assim, compor momentos de amor a Deus e aos outros, em cada um dos nossos dias.<\/p>\n<p><strong>Deus est\u00e1 onde\u00a0O deixam entrar.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">I.A.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Imagem retirada do Google<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Deus escreve direito por linhas tortas Muitas vezes n\u00e3o compreendemos os des\u00edgnios de Deus: questionamos, choramos, gritamos, ficamos tristes, revoltados e indisciplinados. Mas, Ele na Sua infinita Miseric\u00f3rdia que n\u00f3s n\u00e3o conseguimos alcan\u00e7ar, estende a m\u00e3o para nos amparar e &hellip; <a href=\"http:\/\/www.paroquiadoscanhas.pt\/?p=3942\">Continue reading <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":true,"template":"","format":"aside","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-3942","post","type-post","status-publish","format-aside","hentry","category-sem-categoria","post_format-post-format-aside"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.paroquiadoscanhas.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3942","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.paroquiadoscanhas.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.paroquiadoscanhas.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.paroquiadoscanhas.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.paroquiadoscanhas.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=3942"}],"version-history":[{"count":58,"href":"http:\/\/www.paroquiadoscanhas.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3942\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8707,"href":"http:\/\/www.paroquiadoscanhas.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3942\/revisions\/8707"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.paroquiadoscanhas.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=3942"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.paroquiadoscanhas.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=3942"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.paroquiadoscanhas.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=3942"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}